Glossário

Admissão: é o chamado "rito de entrada", quando o candidato se transforma em cátecúmeno; "celebra-se o rito de admissão entre os catecúmenos quando as pessoas que desejam tornarem-se cristãs, tendo acolhido o primeiro anúncio do Deus vivo, já possuem a fé inicial no Cristo Salvador" (RICA, n.62; cf. n. 9,15). O rito da admissão é considerado como a primeira etapa do catecumenato (cf. Estudos da CNBB 97, n. 80-81)
 
Banho Batismal: o mesmo que batismo, palavra do grego que significa "mergulho"; o batismo é mergulho na morte e ressurreição de Cristo, participando da salvação (cf. Rm 6,3-6); é o primeiro dos três sacramentos da Iniciação, numa "unidade indissolúvel" com os outros dois (cf. Estudos da CNBB 97, n. 63).
 
Catecumenato: é o segundo tempo da iniciação cristã "dedicado à catequese completa... um espaço de tempo em que os candidatos recebem formação e exercitam-se praticamente na vida cristã" (RICA, n. 7,19). Estritamente falando catecumenato seria o ‘segundo tempo" da iniciação cristã, ou "catecumenato propriamente dito" (RICA, n. 134; cf. Estudos da CNBB 97, n. 82), porém muitos chamam de catecumenato todo o processo da iniciação (cf. DNC, n. 36,45-50). Veja mais na frente: "processo catecumenal".

Catecúmenos: do grego "catekoúmenoi": aqueles que recebem a instrução oral (verbo "catekéo"). Há o catecumenato batismal ou pré-batismal, para os que ainda não foram batizados; e o catecumenato pós-batismal, para os que já foram batizados e agora completam ou refazem o próprio itinerário em direção a um maior compromisso com sua opção cristã (cf. Estudos da CNBB 97, n. 77, 80, 82, 83,111).
 
Catequizandos : aqueles que já foram batizados e agora se preparam para receber a Primeira Comunhão Eucarística, a Crisma e demais sacramentos.

Catequese: propriamente falando é o segundo tempo do catecumenato, tempo mais longo dedicado ao ensino, à reflexão e aprofundamento da fé (cf. RICA, n. 7), tempo em que os catequizandos "recebem formação e exercitam-se praticamente na vida cristã" (RICA, n. 19); "distribuída por etapas e integralmente transmitida, relacionada com o ano litúrgico e apoiada nas celebrações da Palavra, leva os catecúmenos, não só ao conhecimento dos dogmas e preceitos, como à íntima percepção do mistério da salvação de que desejam participar" (RICA, n. 19:1). A finalidade da catequese "é aprofundar e amadurecer a fé educando o convertido para que se incorpore à comunidade cristã... ela exige contínuo retorno ao núcleo do Evangelho (querigma), ou seja, ao mistério de Jesus Cristo em sua Páscoa libertadora, vivida e celebrada continuamente na Liturgia" (DNC, n. 33). A catequese é precedida do primeiro anúncio (pré-catecumenato) e sucedida pela formação permanente na comunidade. Conforme Aparecida a catequese de iniciação é a "maneira ordinária e in-dispensável de introdução na vida cristã e como a catequese básica e fundamental. Depois, virá a catequese permanente que continua o processo de amadurecimento da fé" (n. 294).

Catequese mistagógica: veja "Mistagogia".

Catequese sacramentalista: concepção equivocada de catequese que a reduz à preparação dos sacramentos, isolados do resto da vida cristã (Estudos da CNBB 97, n. 53 : toda catequese conduz aos sacramentos, mas não se reduz a eles, pelo contrário, tem em vista toda a vida cristã.

Catequistas: membros da comunidade, que pelo seu batismo e pela crisma, são chamados a anunciarem a Palavra. No processo da iniciação cristã eles possuem um papel importantíssimo e insubstituível (cf. Estudos da CNBB 97, n. 3): "o catequista é um mediador que ajuda catecúmenos e catequizandos a acolherem. com. todo o seu ser, a gradual e progressiva revelação do Deus-Amor e de seu Projeto salvífico; ele os encaminha para que cada um realize seu encontro pessoal com o Senhor, mediante Jesus Cristo : Filho de Deus ressuscitado, que nos leva, com o Espírito Santo à Comunhão com o Pai" (Estudos da CNBB 97, n. 141). O catequista "recebe delegação da Igreja, isto é, do Bispo e da comunidade, portanto, age e fala em nome da Igreja; é fundamental que ele vi vende seu ministério catequético como uma vocação e missão privilegiadas. Trata-se de um dom Deus, mas que preesa ser bem acolhido e cultivado com a ajuda de todos os meios possíveis que subsidiem o seu crescimento na fé, na esperança, no amor, na competência em conteúdos, pedagogia e especialmente em. espiritualidade" (cf. Estudos da CNBB 97, n. 64;142). Sua formação precisa ser também através de um processo de inspiração catecumenal (cf. Estudos da CNBB 97, n. 143; cf. também Emms da CNBB 97, n. 144-145; CR, n. 144-146 e todo cap. VII do DXC, principalmente n. 252-294).
 
Competentes: veia "eleitos".
 
Conversão: mudança radical de vida", reconhecer Jesus Cristo como seu fern:: At 2.37-41; Us 1,8; cf. RICA, n. 1, 4, 6a, 10,15,223, 51. ó>. . etc .
 
Eleição: ritc de eleição, no início da Quaresma: é o momento central do Catecumenato, pelo qual, após o discernimento i escrutínios) aqueles que realmente querem receber os sacramentos e se julgados preparados, são escolhidos (eleitos) para celebrarem os sacramentos. "Denomina-se eleição porque a Igreja admite o catecúmeno baseada na eleição de Deus, em cujo nome ela age" (RICA, n. 22; cf. Estudos da CNBB 97, n. 83).
 
Eleitos: assim são chamados após a eleição: escolhidos por Deus a participar de seu Povo, a Igreja de Jesus Cristo. São chamados também de competentes (cf. RICA, n. 153, n. 155; Estudos da CNBB 97, n. 83).
 
Entregas: ritos de entrega dos documentos-síntese da fé (.Símbolo ou Credo) e da oração cristã (Pai Nosso). "Essas entregas representam a herança da fé que é passada aos caminhantes. Outros rituais vão acompanhando o processo" (cf. Estudos da CNBB 97, n. 75; 77;85-86; cf. RICA 25: n. 2,53,125,183,198... veja "tradítio" e "reddítio").
 
Equipe (Comissão) de Coordenação da Iniciação à Vida Cristã: é formada pelos encarregados da tradicional preparação ao Batismo, à Confirmação e à Eucaristia; tal equipe coordenará todo o processo da Iniciação à Vida Cristã dando unidade a ele. É uma equipe fundamental para o modo como todo o processo da Iniciação vai ser vivido (cf. Estudos da CNBB 97, n. 146-148).
 
Escrutínios: ritos de discernimento com relação ao progresso no catecumenato e de purificação interior. Também sig-nificam exame da conduta moral (cf. RICA 25: n. 1,52,153,157- 159...; Estudos da CNBB 97, n. 76;85;94).
 
Etapa: conforme o RICA são "passos, pelos quais o catecúmeno, ao caminhar, como que atravessa uma porta ou sobe um degrau" (n. 6). São as três grandes celebrações que marcam a passagem de um tempo para o outro, dando o sentido de gradualidade ao processo catecumenal (cf. Estudos da CNBB 97, n. 75).
 
Exorcismo: rito com a imposição das mãos, pedindo a Deus "a libertação das consequências do pecado e da influência maligna, para que os catecúmenos sejam fortalecidos em seu caminho espiritual e abram o coração para os dons do Senhor" (Estudos da CNBB 97, n. 77;93; cf. RICA, n. 156).
 
Família: seu papel no processo da Iniciação à Vida Cristã (cf. Estudos da CNBB 97, n. 133-139).
 
Iluminação: assim era chamado o Batismo; é também o tempo de preparação próxima para recebê-lo: a Quaresma. É o terceiro tempo do catecumenato, "destinado à mais intensa preparação espiritual" (RICA final do n. 7; cf. n. 21-22. Cf. Estudos da CNBB 97, n. 84-86).
 
Iniciação Cristã: é a introdução de alguém no "mistério de Cristo, da Igreja e dos sacramentos", por meio da proclamação da mensagem (querigma), da catequese e dos ritos sacramentais e outras celebrações. É obra do amor de Deus, por seu Filho no Espírito Santo; realiza-se na Igreja e pela mediação da Igreja, requer a decisão livre da pessoa e nela se realiza a participação humana no diálogo da salvação (cf. Estudos da CNBB 97, n. 62- 66; DNC, n. 35-37, n. 45-50).
 
Iniciático: aquilo que se refere ao processo de iniciação.
 
Inscrição do nome: é o rito que se realiza por ocasião da "eleição" no tempo quaresmal. "Chama-se inscrição dos nomes porque os candidatos, em penhor de sua fidelidade, inscrevem seus nomes no registro dos eleitos" (cf. RICA, n. 22;51,17, 133; Estudos da CNBB 97, n. 83).
 
Inspiração catecumenal: um processo de iniciação cristã que, sem reproduzir estritamente o esquema do catecumenato pré ou pós-batismal, procura traduzir suas principais carac-terísticas (cf. Estudos da CNBB 97, n. lllc;127;151,135,159...). Catequese de inspiração catecumenal é o mesmo que catequese com dimensão catecumenal, com caráter catecumenal, cunho catecumenal, feição catecumenal, etc.
 
Instituição dos catecúmenos: assim pode ser denominado o "rito de entrada", ou a primeira grande celebração do catecumenato (cf. RICA, n. 6,14,50,60...).
 
Introdutor: alguém da comunidade cristã que introduz na vida da Igreja e acompanha o(a) catecúmeno(a): "homem ou mulher, que o conhece, ajuda e é testemunha dos costumes, fé e desejo do catecúmeno" (RICA, n. 42; cf. Estudos da CNBB 97, n. 127-130;78;91b;124).

Ministros ordenados: ministros que, pelo sacramento da Ordem, são os primeiros responsáveis pelo processo de iniciação na comunidade: o Bispo, presbíteros e diáconos (cf. Estudos da CNBB 97, n. 151-154; DNC, n. 248-251;324-325,327,329).
 
Mistagogia: a palavra significa "introdução ao mistério"; na verdade toda catequese é mistagógica; porém, no processo catecumenal, é o último tempo da iniciação, durante o período pascal: visa ao progresso no conhecimento do mistério celebrado através de novas explanações, e ao começo da participação integral na comunidade; é o prolongamento da experiência dos iniciados (cf. Estudos da CNBB 97, n. 88-89; cf. RICA, n. 7d,37- 40,237; DNC, n. 46c). Célebres são as "catequeses mistagógicas" dos Santos Padres (Estudos da CNBB 97, n. 153).

Mistagogo: à semelhança da palavra pedagogo, é aquele que introduz o catecúmeno ou catequizando nos mistérios da fé; todos que trabalham no processo catecumenal são mistagogos: ministros ordenados, catequistas, introdutores, pais, padrinhos...
Mistério: palavra grega (mystérion) usada no Novo Testamento para designar o plano de salvação que o Pai realizou em Cristo Jesus, principalmente por sua Morte e Ressurreição; por consequência, mistério é tudo o que a Igreja realiza para manifestar e realizar essa salvação divina ao longo da História, sobretudo os sacramentos (a palavra latina sacramento é tradução da palavra grega mystérion). A iniciação cristã é sempre iniciação aos mistérios de Cristo Jesus e de sua Igreja, através sobretudo do exercício da vida cristã e da celebração dos sacramentos (cf. Estudos da CNBB 97, n. 37-39;52-54; DNC, n. 35- 37,45-50,14g,33,60,117-122).
98
 
Mistérico: aquilo que se refere ao mistério.
 
Modelo catecumenal: o mesmo que "catequese de inspiração catecumenal" (veja acima "inspiração catecumenal"; cf. Estudos da CNBB 97, n. 95).
 
Neófitos: o mesmo que recém iniciados na fé ou recém batizados.
 
Padres da Igreja ou Santos Padres: assim são denomina-dos os escritores antigos que viveram entre os séculos I a VIIDC e se distinguiram como mestres da fé e promotores da unidade da igreja. Sua doutrina é reconhecida pela Igreja como ortodoxa, verdadeira (cf. Estudos da CNBB 97, n. 44;153).
 
Padrinho/madrinha: pais espirituais da fé; "entre suas tarefas há o acompanhamento para ajudar o catecúmeno a viver o Evangelho, auxiliá-lo nas dúvidas e inquietações, velar pelo seu crescimento na fé, na fraternidade, na vida de oração, no interesse pela comunidade e pelo Reino de Deus" (Estudos da CNBB 97, n. 131-132 cf. RICA, n. 43).
 
Processo Catecumenal: o mesmo que "catecumenato": os procedimentos, práticas, rilos e celebrações que constituem a autêntica iniciação à vida cristã. Conforme o catecumenato antigo, o processo catecumenal é constituído em 4 tempos: pré-catecumenato, ca leeu menato, purificação-iluminação e mistagogia; e três grandes celebrações: admissão ao catecumenato, preparação para os sacramentos (eleição) e celebração dos três sacramentos da iniciação.
 
Pré-catecumenato: é o primeiro tempo do catecumenato: um espaço indeterminado de tempo para o acolhimento na co-munidade cristã, o primeiro anúncio (querigma) ou evangelização e uma primeira adesão à fé (cf. RICA, n. 7a, 9-13; Estudos da CNBB 97, n. 78-79; 125).
 
Purificação: Iluminação: é o terceiro tempo do catecumenato, que se inicia com a segunda grande celebração (segunda etapa): é o tempo consagrado para preparar mais intensamente o espírito e o coração dos catecúmenos/catequizandos para ce-lebrarem os sacramentos. "Nessa etapa, a Igreja procede à "eleição" ou seleção, e admite os catecúmenos que se acham em con-dições de participar dos sacramentos da iniciação nas próximas celebrações" (RICA, n. 22; cf. Estudos da CNBB 97, n. 84-86).
 
Querigma: originalmente significava "proclamação em alta voz" ou anúncio. No Novo Testamento é o anúncio central da fé, o núcleo de toda mensagem cristã, a boa notícia da salvação (evangelho). O querigma é tão importante na evangelização, que muitas vezes se torna sinônimo dela, embora seja apenas um dos seus aspectos (o mais importante). Veja "querigmático".
 
Querigmático: tudo o que se refere ao anúncio essencial da fé; o pré-catecumenato consiste basicamente nesse "anúncio essencial ou central da fé".
 
Reddítio: em latim significa "devolução": o catecúmeno, uma vez que recebe os principais documentos da fé (tradítio) "devolvia" essa mensagem recebida à comunidade em forma de vivência cristã, práticas evangélicas assimiladas em sua própria maneira de ser (cf. DNC, n. 39, principalmente sua nota 14). Veja traditio.
 
Religiões iniciáticas: religiões que na antiguidade ou ainda hoje praticam os ritos de iniciação. "O cristianismo foi até confundido com uma das tantas religiões iniciáticas que pululavam o Oriente Médio. Mas ele era algo muito mais profundo: para participar do mistério de Cristo Jesus é preciso passar por uma experiência impactante de transformação pessoal e deixar-se envolver pela ação do Espírito" (Estudos da CNBB 97, n. 41).
 
RICA: é a sigla do Ritual de Iniciação Cristã dos Adultos destinado à celebração do Batismo de Adultos, o que por sua vez requer série preparação, ou catecumenato. O RICA oferece pistas para o processo catequético catecumenal, ajudando os adultos para que iluminados pelo Espírito Santo, conscientes e livres, procurem o I )eus vivo alravés do caminho da fé e o da conversão. Em lalim: ()K A (('irão Initiationis Cristianorum Adultorum).
 
Rito: Conjunto de gestos, orações, fórmulas litúrgicas, sinais e símbolos expressando na celebração uma realidade que não se quer significar. E o conjunto das cerimônias próprias de uma igreja ou religião.
 
Símbolos: em grego synballon, significa colocar junto, confrontar. Mostra as relações entre dois elementos da realidade: um objetivo e outro subjetivo. O símbolo evoca, por meio de um objeto ou sinal um outro significado de algo que ele deseja expressar, como acontece por exemplo, com a bandeira, a cruz... e todos os símbolos cristãos, (cf. Estudos da CNBB 97, n. 12;53;74). Muitas vezes a palavra Símbolo designa também o Símbolo dos Apóstolos ou Credo (cf. RICA, n. 25,26,33,57).
 
Sinais: é a associação de duas realidades concretas unidas por uma conexão natural ou convencional que leva a um determinado sentido ou realidade (cf. RICA, n. 215,258, 349).
 
Sacramento: tradução latina da palavra grega mystérion (cf. Estudos da CNBB 97, n. 52 ); 6 um sinal visível de uma realidade invisível. O sacramento por excelência é Jesus Cristo, a Igreja é Sacramento cie |csus Cristo, e os sete sacramentos expressam a ação salvadora de I )cus hoje através da Igreja. Os sacramentos são "momentos culminantes da participação no mistério de Cristo. O Vaticano II afirma que a liturgia, por ser celebração dos sacramentos, é cume e fonte da vida cristã" (Estudos da CNBB 97, n. 56). Veja acima a palavra mistério.
 
Sacramentos da Iniciação: são os sacramentos do Batismo, Crisma e Eucaristia que, na tradição antiga, eram recebidos simultaneamente, após um longo período de catecumenato (cf. DNC, n. 35). "Os três sacramentos da iniciação, numa unidade indissolúvel, expressam a unidade da obra trinitária na iniciação cristã: o Batismo nos torna filhos do Pai, a Eucaristia nos alimenta com o Corpo de Cristo e a Confirmação nos unge com unção do Espírito" (Estudos da CNBB 97, n. 63). Hoje a Igreja pede que se recupere essa unidade dos três sacramentos (cf. Estudos da CNBB 97, n. 87).
 
Tempo: no catecumenato "tempo" é o período em que transcorrem as quatro grandes partes do processo de iniciação à vida cristã: o pré-catecumenato, o catecumenato, a purificação iluminação e a mistagogia. Entre um tempo e outro há as etapas ou grandes ritos de passagem (cf. RICA, n. 6-7; Estudos da CNBB 97, n. 72; 153; DNC, n. 46).
 
Tradição: em latim "traditio" vem do verbo "tradere", que significa "entregar, transmitir, passar adiante". Na linguagem teológica, a Tradição (com T maiúsculo) é o processo pelo qual o conteúdo da verdade revelada é transmitido às diversas gerações e ambientações culturais, empregando palavras e normas diversas, mas conservando sempre a sua essência, e tendo a chancela da autoridade dos sucessores dos Apóstolos.

Traditio: em latim significa "entrega": num rito durante o catecumenato a comunidade entrega ao catecúmeno ou catequizando os "tesouros da fé" ou seus principais documentos da fé: Bíblia, Credo e Pai-nosso. Veja acima a palavra "entrega".
 
 
 

FALE CONOSCO:

         E-mail: ivc@arquipoa.com

APOIO:

© 2015 - 2019 | Site desenvolvido pela Ascom e mantido pela CIAVIC -  Arquidiocese de Porto Alegre